As fitas de armazenamento estão em alta como peça fundamental na estratégia contra hackers

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O armazenamento em fita tem sido uma medida de prevenção ao crescente ataque de ransomware.

Você certamente já ouviu falar sobre o golpe: hackers invadem os sistemas de uma empresa, impedem que executivos e funcionários acessem os dados, paralisando os trabalhos, criptografam tudo e exigem quantias exorbitantes em troca da chave.

Geralmente, o pagamento deve ser feito em criptomoedas, o que dificulta o rastreamento. Em recente entrevista ao Wall Street Journal, um diretor do FBI declarou existir mais de 100 ransomware diferentes, cada um responsável por diversos ataques, feitos a partir de diferentes países com legislação pouco rígida, o que dificulta o rastreamento e a captura dos bandidos.

Infelizmente, os ataques têm acontecido com crescente frequência no Brasil e no mundo. O aumento do trabalho remoto em home office, por conta da pandemia de Covid-19, levou os hackers a encontrar novas maneiras de furar a segurança das empresas, elevando a quantidade de ataques.

Segundo relatório de cyber security*, houve um total de 304 milhões de ataques ransomware no mundo, em 2020. Isso representou um aumento de 62% em relação ao ano anterior.

Somente entre os clientes Lanlink, quatro organizações foram vítimas nos últimos tempos.

O que fazer para minimizar riscos?

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Empresas no mundo todo estão investindo no armazenamento em fita como forma de se protegerem do ataque de hackers, transformando a tape storage em parte importante da estratégia de segurança e proteção de dados.

A grande vantagem da fita é que os dados não estão expostos online, eles estão fora do alcance de hackers. Além disso, as fitas contam com tecnologias atualizadas que permitem alta densidade de armazenamento e rapidez na recuperação dos dados, caso necessário.

Fitas são muito úteis para backups feitos de forma complementar ao armazenamento em nuvem ou em disco. Aqui na Lanlink, estudamos as necessidades de cada cliente e fazemos o armazenamento em tiers.

Um primeiro backup completo é feito em fita. Depois, é possível fazer apenas backups incrementais ou diferenciais em nuvem ou em disco, abrangendo aqueles dados que mudaram de um dia para o outro.

De tempos em tempos, o armazenamento na fita é atualizado, garantindo uma cópia segura a partir da qual é possível restaurar todos os arquivos e sistemas novamente, em caso de ataque malicioso.

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O estado da arte em backup é ter parte dos dados em disco, parte em nuvem e praticamente tudo em fita. Aqueles dados que são do dia a dia, vão para o disco ou para a nuvem, com restauração rápida.

As fitas recebem os dados menos acessados, e também aqueles exigidos por compliance e pela legislação de proteção aos dados sensíveis, como a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

É importante lembrar que discos são um meio caro para armazenamento de grandes volumes de dados. Eles são uma boa opção para arquivos menores, como e-mails e arquivos de trabalho, por exemplo.

A nuvem pode ser uma alternativa ao disco, mas nem o disco nem a nuvem são uma alternativa para a fita. Para grandes volumes de dados, nada se compara às fitas.

Além de econômicas, elas são uma barreira que não demandam preocupação, não é preciso monitorar nem vigiar.

Entre os quatro clientes Lanlink que sofreram ataques de ransomware, três tinham backups em fita e conseguiram restaurar seus dados, sem submissão às exigências dos sequestradores.

O quarto não tinha backup em fita, não negociou, perdeu anos de histórico e de informações, começando novamente do zero a sua jornada de dados. Dessa vez, porém, com a fita como parte da estratégia de segurança.

Não corra riscos. Reforce sua estratégia de backup, troque ideias com nossos especialistas.

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*Fonte: https://www.statista.com/statistics/494947/ransomware-attacks-per-year-worldwide/

 

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